Em defesa da infância. Contra a doutrinação do governo federal de esquerda.
Uma petição pública para levar a São Paulo inteiro a mesma proteção que Pr. Paulo Junior já aprovou, por unanimidade, na Câmara de Osasco.
Uma petição pública para levar a São Paulo inteiro a mesma proteção que Pr. Paulo Junior já aprovou, por unanimidade, na Câmara de Osasco.
Como pai, pastor e cidadão paulista, venho lutando incansavelmente pela proteção das nossas crianças. Na Câmara Municipal de Osasco, apresentei e aprovei o Projeto de Lei 71/2021, que proíbe danças de conteúdo sexual, erotização precoce e exposições inadequadas nas escolas públicas e particulares do nosso município. Essa lei já é uma realidade em Osasco, aprovada por unanimidade. Isso prova que a minha luta não é promessa de campanha: é trabalho entregue. Mas sei que a ameaça às nossas famílias não para na fronteira de uma cidade. Por isso, continuo batalhando firme para erguer esse mesmo escudo de proteção em todo o Estado de São Paulo.
Estamos testemunhando no Brasil um dos momentos mais delicados da história recente da nossa sociedade. Sob o pretexto de "modernização" e "diversidade", cresce em ritmo preocupante, impulsionado pelo Governo Federal de esquerda, uma tentativa sistemática de desconstruir os pilares mais sagrados da nossa civilização: a autoridade da família e os valores bíblicos cristãos.
Diariamente, recebo relatos de pais de todos os cantos do nosso estado surpreendidos com materiais pedagógicos inadequados, tentativas de imposição de linguagem neutra, cartilhas com forte apelo de gênero e conteúdos que promovem a erotização precoce de crianças que mal aprenderam a ler. Não podemos permitir a usurpação do papel sagrado dos pais na formação moral dos seus filhos.
Instrui o menino no caminho em que deve andar, e até quando envelhecer não se desviará dele.Provérbios 22:6
Não cheguei agora para usar a pauta da família em época de eleição. Minha vida pública é comprovada por ações reais:
É fundamental deixar claro: esta petição nasce da necessidade urgente de erguer um escudo de proteção preventiva em São Paulo contra a onda de decisões federais, ideologias extremistas e pressões culturais que tentam adentrar as escolas públicas e privadas do nosso estado.
Se a igreja e as famílias de São Paulo permanecerem em silêncio, o espaço será ocupado por ativistas ideológicos que não compartilham do temor a Deus e não respeitam a estrutura da família tradicional cristã. Não podemos aceitar que nossas crianças sejam ensinadas a duvidar da criação divina.
Há mais de três décadas, muito antes de exercer qualquer cargo público, fundei o Jornal Folha Evangélica em 20 de dezembro de 1993. Ao longo de 33 anos, distribuímos gratuitamente milhares de exemplares mensais em igrejas e comércios de São Paulo, dando visibilidade a projetos sociais, comunidades terapêuticas e à palavra de Deus. Esta história ininterrupta, com ficha 100% limpa e com trabalho legislativo entregue — como autor do PL 71/2021 em Osasco — é a prova inequívoca de que meu compromisso com a família e com os valores cristãos é verdadeiro e permanente.
Quando milhares de cidadãos, pastores, mães e trabalhadores de São Paulo assinam um documento público, enviamos uma mensagem forte e inquestionável para todo o país: São Paulo respeita a família, protege suas crianças e honra a Deus.
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